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sábado, 28 de março de 2009

DE LAGOA DANTAS A LUÍS GOMES

70 – LAGOA DANTAS
Foi com a doação da sesmaria a João Bernardo da Silva, em 22 de junho de 1819, situada nas redondezas de uma lagoa próxima ao rio Jacu, nas terras que tinham sido do padre David Muniz Gomes, que formou-se uma povoação chamada Lagoa d'Anta.
No final do século XVIII, o povoado começou a desenvolver-se. Surgiram fazendas de gado às margens das lagoas e, em 1920, o desenvolvimento econômico foi impulsionado com a construção de estradas que ligavam os povoados ao município de Nova Cruz e logo depois, o povoado foi ligado as outras regiões do Estado e os produtos da terra foram comercializados com mais facilidades. Nessa época, também, foram edificados a igreja e a escola. A base do desenvolvimento econômico da povoação era a produção agrícola e a pecuária.
Por força da Lei nº 2.788, de 11 de maio de 1962, Lagoa d'Anta desmembrou-se de Nova Cruz e tornou-se município do Rio Grande do Norte.
Distância de Natal :: 102 km


72 – LAGOA DE PEDRAS
Em terras do município de Goianinha, havia uma pequena povoação chamada Lagoa de Pedras, que era favorecida pela sua localização, numa área de escoamento da produção rural e tinha boas terras para o desenvolvimento da pecuária e da agricultura. Com a criação do município de Santo Antônio em 1890, o povoado de Lagoa de Pedras que naquela época, já tinha um crescente desenvolvimento, logo, passou a pertencer a Santo Antônio, gerando com isso uma disputa com o município de São José de Mipibu e este contestou essa decisão e, por vinte anos, reivindicou a posse do importante povoado de grandes propriedades. Enquanto isso, a localidade de Lagoa de Pedras continuava se desenvolvendo: construiu a capela de São Francisco, edificou uma escola primária, construiu cemitério, passou a ter uma feira semanal e, ao seu redor surgiram várias plantações de algodão e seu beneficiamento. Em 1942, a localidade passou a contar com uma agência fiscal, o que reforçou o seu nível de desenvolvimento.
Em 10 de maio de 1962, pela lei nº 2.779, Lagoa de Pedras foi desmembrado de Santo Antônio tornando-se um novo município do Rio Grande do Norte.

73 – LAGOA DE VELHOS
Em terras pertencentes a Carlos da Rocha, nos idos de 1706, no riacho dos Velhos que desaguava no rio Potengi, teve início o povoamento da área. A propriedade chamada popularmente de Lagoa de Velhos é banhada pelo riacho São Pedro, um afluente da ribeira do Potengi.
As terras da localidade podem ter sido incluídas nas sesmarias pertencentes a dona Joana Gomes Freire, grande latifundiária da região por volta de 1754, chegando a dar o seu nome à serra de Joana Gomes.
No ano de 1830, o proprietário da localidade chamava-se José Correia, mas João Anselmo veio a ser o primeiro morador do sítio, em 1837, onde se erguera o futuro núcleo populacional.
Há uma tradição dos mais antigos da localidade de que um casal de velhos morava às margens da lagoa, entre os anos de 1800 e 1820, e a referência do povo sobre a presença deles na área serviu de batismo para o povoado. Mas é forte a influência no nome do provoado, posteriormente cidade, a partir do nome do riacho chamado dos Velhos por volta de 1706.
Lentamente, o povoado foi crescendo. Em 1862, Lagoa de Velhos já era uma fazenda desenvolvida e famosa na região, contando com vários aspectos de uma povoação simples.
Em 11 de maio de 1962, através da Lei nº 2.797, Lagoa de Velhos foi desmembrado de Sítio Novo, tornando-se município do Rio Grande do Norte.
Distância de Natal :: 80 km

74 – LAGOA NOVA
Lagoa Nova é um município serrano, localizado na microrregião da Serra de Santana, mesorregião Central Potiguar, estado do Rio Grande do Norte. Situa-se a 156 km de Natal seguindo pela RN-203, passando por Cerro Corá e 198 km seguindo pela BR-226, passando por Currais Novos. Limita-se ao norte com o município de Bodó, ao leste com Cerro Corá, ao sul com Currais Novos, ao oeste com São Vicente e ao noroeste com Santana do Matos. Sua população é de aproximadamente 13.095 habitantes, onde cerca de 7.000 vivem na zona rural e os demais na zona urbana.
História
O município originou-se em meados do século XVIII quando o Coronel Cipriano Lopes Galvão e sua esposa Adriana de Holanda Vasconcelos migraram de Igarassu, Pernambuco, para a região do Seridó, no intuito de obter terras onde pudessem manter uma criação de gado.

FRANCISCO JERÔNIMO DE MEDEIROS, um dos nomes mais importantes na construção de Lagoa Nova.
Em 1777, com as grandes secas no sertão, houve a morte de quase todos os rebanhos da região. Os poucos gados que restaram distanciavam-se da região do Totoró, região onde posteriormente surgiu a cidade de Currais Novos, a procura de pastos. Seguindo veredas deixadas pelos poucos gados, os escravos, descobriram uma lagoa onde encontraram vários gados pastando ao seu redor. Adriana Vasconcelos, então viúva desde 1764, ordenou aos seus escravos que fizessem um curral perto da lagoa nova para que o gado permanecesse no local.
Em 1793, Adriana viajou a Natal e requereu a sesmaria que passou a ser denominada Lagoa Nova. Até o final do século XVIII e durante todo século XIX Lagoa Nova ao menos conseguiu transformar-se em um verdadeiro povoado. Somente em 05 de dezembro de 1958 foi elevada a categoria de distrito do município de Currais Novos, assim permanecendo até o dia 10 de maio de 1962 quando tornou-se um município.
Em 2 de janeiro de 1963 iniciou-se o mandato do primeiro prefeito, nomeado por ato do Governo do Estado, Francisco Jerônimo de Medeiros. Seu mandato foi até o dia 31 de janeiro de 1964 quando decidiu passar o cargo para João Luiz Victor. Em 1 de fevereiro de 1969, Jerônimo de Medeiros foi eleito pelo povo e voltou a prefeitura, onde permaneceu até 31 de janeiro de 1973, quando passou novamente o cargo para João Luiz Victor. Reassumiu a prefeitura pela 3ª vez em 1 de fevereiro de 1977 permanecendo até 31 de dezembro de 1982 quando passa o cargo para Erivan Costa. Após o mandato de Erivan Costa foram prefeitos Genilson Pinheiro, José Agripino e Geraldo Dantas. Hoje, Erivan Costa cumpre o seu quarto mandato como atual prefeito da cidade.
ASPECTOS FÍSICOS
Lagoa Nova está a uma altitude de 733 m. É um município de clima frio e seco, com uma temperatura oscilante entre 14°C e 22°C conforme o período do ano. Possui um solo arenoso, plano e levemente ondulado, e uma vegetação do tipo arbustiva onde predominam árvores como o facheiro, aroeira, o angico, o ipê, o cumaru, a umburana de cheiro, umburana comum, a jurema, a catingueira, o espinheiro e muitas outras. Sua fauna é muito diversificada, porém muitos dos animais existentes nesta região estão ameaçados de extinção. Entre estes estão o gato selvagem, a raposa, o pica-pau, o beija-flor e outros.
ASPECTOS HUMANOS
Segundo o censo 2005 do IBGE, cerca de 280 pessoas nascem e são registradas por ano em Lagoa Nova. São registrados também cerca de 60 óbitos, 57 casamentos, e nenhuma separação judicial ou divórcio.
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), uma medida comparativa de riqueza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade e outros fatores, em Lagoa Nova é de 0,620, o que é considerado índice médio, estando no nível de países como a Namíbia e a Índia.
ASPECTOS ECONÔMICOS
Lagoa Nova destaca-se como um dos maiores produtores de caju do estado do Rio Grande do Norte, tendo cerca de 5.300 hectares de plantações em toda região. A economia local também está voltada para o cultivo e a exploração da mandioca, pinha, graviola e maracujá.
Apesar de ser de pequeno porte, a pecuária, também é de grande importância para a economia local. Há criação de bovinos, suínos, eqüinos, asininos, muares, ovinos e caprinos.
O turismo está surgindo como uma nova atividade de grande potencial econômico que está gerando desenvolvimento e renda para o município.
EDUCAÇÃO
O município conta com 36 escolas, sendo 16 pré-escolas, 19 escolas de ensino fundamental e apenas uma escola de ensino médio, que é de modelo padrão do RN. Além dessas escolas, a Prefeitura Municipal de Lagoa Nova com o apoio do governo estadual, construiu a Escola de Inclusão Digital, que proporciona a comunidade o fácil acesso a informática.
Foi criada também, a Biblioteca Municipal Professora Bernadete Xavier Gomes, fundada com o objetivo de levar os alunos e a comunidade a ampliar seus conhecimentos aprimorando o hábito da leitura, assim como, oferecer informações e atividades que atendam as necessidades da comunidade em geral. Possui um acervo de 11.850 livros e 1.378 leitores registrados.
INSTITUIÇÕES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
A Casa das Famílias foi desenvolvida para ajudar a população oferecendo apoio a famílias carentes e as escolas locais. O estabelecimento tem psicólogos e assistentes sociais, oferece cursos profissionalizantes e serve como meio de hospedagem àqueles que vêm da zona rural para o centro da cidade. Foi construído também na entrada de Lagoa Nova o Centro de Treinamento de Agricultura Familiar, onde o Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do RN (EMATER-RN) capacita agricultores ampliando a qualidade de seus serviços.
SAÚDE
Existem três postos de saúde com atendimento ambulatorial e atendimento médico em especialidades básicas, e um hospital público com internação total e atendimento médico em outras especialidades. Todos possuem serviço de atendimento móvel de urgência.
SEGURANÇA
O município de Lagoa Nova possui uma delegacia subordinada à 3ª Companhia Independente de Polícia Militar, com sede em Currais Novos, vinculada ao 6º Batalhão da Polícia Militar – “Batalhão Dinarte Mariz”, com sede em Caicó. Possui duas viaturas e cerca de cinco policiais preparados para oferecer a segurança do município.
COMÉRCIO
Lagoa Nova tem diversos estabelecimentos comerciais, entre eles supermercados, mercadinhos, lojas de confecções, padarias, pizzarias, lanchonetes, bares, restaurantes, salões de beleza, farmácias, lan houses e a famosa feira livre. Todos aptos a servir bem a comunidade e aos visitantes.
TRANSPORTE
O veículo mais utilizado pelos lagoanovenses é a motocicleta, segundo o censo 2006 do IBGE somam um total de 565 em todo o município. É muito comum também o uso do automóvel, do caminhão, caminhonete e motoneta.
ASPECTOS CULTURAIS
Promover a cultura é responsabilidade de todos. Em Lagoa Nova não seria diferente. Assim, foi criada a Rádio Serrana 87.9 que leva informações e entretenimento para os lagoanovenses.
ARTESANATO
Os artesãos lagoanovenses formam uma associação (ASSAL) composta por 15 colaboradores que juntos produzem o artesanato local. Eles fazem pinturas em sabonetes, cestas com palitos de picolé, enfeites de bisqüi entre outros objetos. Todo o artesanato produzido é exposto para venda no Centro Municipal de Artesanato, localizado no centro da cidade.
ARTISTAS LOCAIS
Entre os artistas locais podemos citar o escritor Joaquim Coutinho que escreveu um livro sobre a história de Lagoa Nova. A poetisa Glorinha Victor, que em seu livro Canto Amor para Meus Amores escreveu diversos poemas inspirados na cidade. Os desenhistas Francisco Gilvan e Eliabe Davi que fazem um interessante trabalho com retratos em grafite. Por fim, os músicos Diego Pessoa (tecladista),Marcio Dantas(saxofonista e tecladista) e Amanda Mathilde (cantora), reconhecidos em todo o município, Jubileu (guitarrista e vocalista) e Chico Beethoven (saxofonista), da Banda Perfume de Gardênia.
Com o propósito de motivar as crianças da comunidade a desenvolver atividades culturais, Francisco Aprígio, professor da Escola Municipal de Ensino Fundamental Francisco Jerônimo de Medeiros, criou o Grupo Cultural Asa Branca onde ele introduz crianças no mundo da arte através da flauta doce.
CULINÁRIA
A culinária de Lagoa Nova é a típica culinária seridoense. Rica em frutas, legumes e verduras. Especializada em galinha caipira na panela de barro, bife ao molho serrano, arroz da terra, bolo de macaxeira, doce de caju entre outros deliciosos pratos.
RELIGIÃO
A religião predominante entre os lagoanovenses é a Católica Apostólica Romana. A Igreja Matriz de São Francisco de Assis, a única da cidade, é o ponto de encontro de todos os fiéis de Lagoa Nova.
EVENTOS SOCIAIS
As festas locais são basicamente religiosas, como Semana Santa, o Festival de São João, a Festa do padroeiro São Francisco de Assis e as Festas Natalinas. Além dessas comemora-se a Emancipação Política do Município, o Carnaval e a Palhoça da Juventude que ocorre todas as sextas e domingos no salão de eventos da cidade. As igrejas evangelicas são:IGREJA PENTECOSTAL DEUS É AMOR, ASSEMBLEIA DE DEUS, E IGREJA DO NAZARENO
ASPECTOS TURÍSTICOS
O turismo em Lagoa Nova vem desenvolvendo-se de maneira promissora graças ao agradável clima serrano. Em um estado como o Rio Grande de Norte, onde a sensação de calor chega a quase 40°C, é um privilégio poder desfrutar de um clima tão agradável.
Foi com esse pensamento que o empresário e atual secretário de turismo Gilberto Gomes de Medeiros e sua esposa Maria Eliane da Silva, até então residentes em Currais Novos, conheceram Lagoa Nova e decidiram fixar uma residência no local onde passariam a freqüentá-la nos finais de semana.
Logo o casal começou a alugar a residência para que outras famílias pudessem desfrutar desse conforto climático e das belas paisagens da serra. Então, Maria Eliane da Silva, viu que esse diferencial de Lagoa Nova poderia ser explorado de maneira construtiva para o desenvolvimento do município. Estudou sobre o assunto e percebeu que o Turismo de Segunda Residência, seria um forte segmento a impulsionar a atividade turística na região.
Assim, nasceu o projeto da Pousada Chalés dos Cajueiros que está em funcionamento a quatro meses e é administrada pelo casal. A pousada oferece o conforto de nove chalés e uma casa de campo, passeios ecológicos com guias, passeio de charretes, jogos de mesa e um restaurante tipicamente regional onde os hóspedes podem apreciar a deliciosa culinária seridoense.
Hoje o casal reside em Lagoa Nova e juntamente com dez famílias construiu o Condomínio Portal da Serra. Um espaço de dez hectares com dez casas de campo na zona rural do município. Algumas dessas famílias freqüentam as casas somente nos finais de semana e outras residem permanentemente.
Além da Pousada Chalés dos Cajueiros, encontramos a Pousada do Lírio, um meio de hospedagem com dez quartos e um restaurante aberto ao público, administrada por Maria do Céu Medeiros e localizada no centro de cidade.
PROJETOS EM DESENVOLVIMENTO
O Turismo de Segunda Residência está incrementando ainda mais a economia local. O maior e mais novo investimento atraído para município é o Condomínio Paraíso Serrano. Um espaço em construção com setenta unidades residenciais e uma área de lazer de nove mil metros quadrados com piscinas térmicas, salão de jogos, mirante, academias de ginástica e lareira. Um empreendimento realizado pela Aldann Construções que ajudará o município a entrar nos roteiros turísticos do Rio Grande do Norte.
A prefeitura de Lagoa Nova junto ao Ministério do Turismo vem desenvolvendo o projeto de construção de um Mirante nas encostas da Serra de Santana. Este projeto visa dá oportunidade, tanto aos moradores da região quanto aos visitantes, de admirar um dos mais belos panoramas de vales serranos do Brasil.
Outro projeto que está sendo realizado pela prefeitura de Lagoa Nova e pelo Ministério do Turismo é um terminal turístico, com cinco quiosques, que está sendo construído no centro da cidade. Esse espaço irá oferecer aos moradores e visitantes a fácil acessibilidade a culinária regional no agradável clima serrano.
PRINCIPAIS ATRATIVOS TURÍSTICOS
O Centro Municipal de Artesanato, um lugar onde é exposto para venda todo o artesanato local. O Centro de Atividades Múltiplas (CENAM) onde são promovidas várias festas e atividades locais. O Corujão Bar e Restaurante, um restaurante que oferece o melhor da culinária regional. O Recanto Bar, um bar de entretenimento com jogos de mesa e sinuca. As praças João Marinho Dantas e Manoel Costa que são um ponto de encontro de toda a comunidade. A Igreja de São Francisco de Assis e típica Feira Livre Lagoanovense.


75 – LAGOA SALGADA
No final do século XVII, numa área considerada boa para o cultivo agrícola, teve início um povoamento formado por roceiros que em busca de trabalho, ali chegaram e estabeleceram moradia.
Situado entre Boa Saúde e Monte Alegre, o povoado que foi chamado Lagoa Salgada ficou como distrito-vila do município de São José de Mipibu, até o dia 24 de novembro de 1953. Por força da Lei no 2.747, de 7 de maio de 1962, desmembrou-se de Boa Saúde e tornou-se município.
Distância de Natal :: 52 km
76 – LAGES
Uma fazenda pertencente a Francisco Pedro de Gomes Melo, nos idos de 1825, representou os primeiros sinais de povoamento no lugar.
A localidade de Lajes, por estar estrategicamente situada nos caminhos do sertão, tornou-se um importante ponto de encontro e descanso de boiadeiros e fazendeiros em viagens à procura de negócios, que aproveitavam a parada obrigatória para refrescar o comboio e completar a carga vendida.
No DIA 25 DE NOVEMBRO DE 1914, a estrada de ferro Sampaio Correia chegou à localidade, trazendo com ela o progresso e impulsionando o desenvolvimento local. Em 25 de novembro do mesmo ano, pela Lei no 360, foi criado o município de Lajes, que na oportunidade incorporou a sede do município de Jardim de Angicos.
O município mudou de nome por força do Decreto no 268, de 30 de dezembro de 1943, passando a ser chamado de Itaretama, que significa região de pedras.
Dez anos depois, em 11 de dezembro de 1953, pela Lei no 1.032, retornou ao antigo nome; voltou a ser Lajes.
30/12/1943 - Lajes – O município mudou de nome por força do Decreto-Lei nº 268, de 30 de dezembro de 1943, passando a ser chamado de Itaretama. Em 11 de dezembro de 1953, pela Lei nº 1.032, retornou ao antigo nome “Lajes”.
Geografia
De acordo com o censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no ano 2000, sua população é de 9.399 habitantes. Área territorial de 666 km².Possue um famoso pico no Rio Grande do Norte, o pico do Cabugi, com 590 metros de altitude.Lajes se localiza na Região Central do Estado, distante 125 km da capital.

76 – LAJES PINTADA
O Riacho de Lajes Pintadas foi assim denominado por causa da existência de uma pedra com desenhos rupestres, localizada no seu caminho. As figuras humanas e as inscrições gráficas, ainda não definidas, foram feitas na pedra com tinta indestrutível e de cor vermelha.
Foi na propriedade rural do Sr. João Francisco, localizada na área do Riacho das Lajes Pintadas que teve início um povoamento. O proprietário tinha por costume promover cultos religiosos a São Francisco de Assis santo que tinha vindo do Canindé, no Ceará.
Mesmo após sua morte em 11 de dezembro de 1895, os cultos religiosos tiveram continuidade através do seu filho Eduardo Borges. A primeira missa da localidade foi celebrada pelo Monsenhor Alfredo Pegado, em 1913, no alpendre da Casa Grande. Após vinte e dois anos de consolidação definitiva, o povoado ganhou a capela de São Francisco de Assis sob a organização dos irmãos Eduardo e Elias Borges, recebendo a bênção litúrgica em 1943. A religiosidade sempre foi uma constante em Lajes Pintadas, fazendo com que o Padre Benjamim Sampaio, na época vigário de Santa Cruz, agraciasse a comunidade com uma imagem de São Francisco vinda do Orago, do Rio de Janeiro.
Através da Lei no 2.332, no dia 31 de dezembro de 1958, que Lajes Pintadas foi desmembrada de Santa Cruz e tornou-se município do Rio Grande do Norte.
Distância de Natal :: 128 km

77 – LUCRÉCIA
Em terras pertencentes por direito a uma mulher negra, mais conhecida por todos como Negra Lucrécia, localizadas nas redondezas do rio Mineiro e do riacho Pé de Serra, teve início a construção de um açude que ao mesmo tempo em que se edificava, um povoamento ia se formando ao seu redor conforme dados bibliográficos do escritor Câmara Cascudo. A construção do açude na área do rancho da Negra Lucrécia, na terceira década do século XX, teria dado trabalho a cerca de 2.500 homens.
Com a construção do açude, o rancho da Negra Lucrécia deixava de ser apenas um "rancho" tornando-se um contingente populacional formado por trabalhadores que se uniram e deram continuidade a um grupo de moradores. Com o surgimento dos plantios, as necessidades locais começaram a ser supridas e a realização da feira pública foi mais um passo para que as melhorias da localidade e seu desenvolvimento comercial se desenvolvesse. O povoado foi se tornando uma realidade e logo surgiu a edificação de uma capela, um galpão foi edificado e usado como mercado público, surgiram as casas de tijolo e telha, lojas, novos armazéns e com a energia chegou a modernidade.
O povoado de Lucrécia, nome dado em homenagem a pioneira da região, tornou-se uma realidade, quando no dia 27 de dezembro de 1963, pela Lei nº 3.040, desmembrou-se de Martins e tornou-se um município Potiguar.
Em terras pertencentes por direito a uma mulher negra, mais conhecida por todos como Negra Lucrécia, localizadas nas redondezas do rio Mineiro e do riacho Pé de Serra, teve início a construção de um açude que ao mesmo tempo em que se edificava, um povoamento ia se formando ao seu redor conforme dados bibliográficos do escritor Câmara Cascudo. A construção do açude na área do rancho da Negra Lucrécia, na terceira década do século XX, teria dado trabalho a cerca de 2.500 homens.
Com a construção do açude, o rancho da Negra Lucrécia deixava de ser apenas um "rancho" tornando-se um contingente populacional formado por trabalhadores que se uniram e deram continuidade a um grupo de moradores. Com o surgimento dos plantios, as necessidades locais começaram a ser supridas e a realização da feira pública foi mais um passo para que as melhorias da localidade e seu desenvolvimento comercial se desenvolvesse. O povoado foi se tornando uma realidade e logo surgiu a edificação de uma capela, um galpão foi edificado e usado como mercado público, surgiram as casas de tijolo e telha, lojas, novos armazéns e com a energia chegou a modernidade.

O povoado de Lucrécia, nome dado em homenagem a pioneira da região, tornou-se uma realidade, quando no dia 27 de dezembro de 1963, pela Lei nº 3.040, desmembrou-se de Martins e tornou-se um município Potiguar.
Distância de Natal :: 348 km

78 – LUÍS GOMES
Tenente-Coronel Luís Gomes de Medeiros, natural de Caicó, chegou à região no ano de 1756, com o objetivo de edificar raízes e de construir o futuro. Ao chegar a localidade, chamada de Serra do Senhor Bom Jesus, o Tenente Coronel construiu uma pequena casa, a primeira da futura povoação, e iniciou, em caráter experimental, um plantio de milho, feijão, mandioca e árvores frutíferas. Antes de regressar a Caicó, Luís Gomes de Medeiros passou a responsabilidade de cuidar das recentes plantações para seu fiel escravo Jacó. O escravo Jacó, trabalhador leal, deu conta do recado. Quando retornou a Serra do Senhor Bom Jesus, um ano depois, o Tenente-Coronel encontrou os frutos brotando da terra e o resultado do pioneiro trabalho sendo garantido pela fertilidade dos verdes campos da região.
As sementes para a fundação de uma nova povoação estavam definitivamente lançadas pela penetração no Alto Oeste Potiguar do obstinado caicoense. Não se sabe as razões que levaram Luis Gomes de Medeiros a deixar sua terra natal para aventurar-se nos rumos do desconhecido, nos distantes caminhos do extremo oeste. O povoamento da Serra do Senhor Bom Jesus foi se tornando realidade e mais exploradores foram chagando à localidade, construindo suas moradias, cultivando o solo, praticando a caça abundante, fazendo crescer o comércio local e avançando para outras áreas. Com o passar dos anos, os moradores da localidade decidiram mudar o nome do povoamento para Luís Gomes, numa merecida homenagem ao desbravador caicoense. Em 5 de julho de 1890, pela Lei nº 31, Luís Gomes foi desmembrado de Pau dos Ferros e tornou-se município do Rio Grande do Norte.
As sementes para a fundação de uma nova povoação estavam definitivamente lançadas pela penetração no Alto Oeste Potiguar do obstinado caicoense. Não se sabe as razões que levaram Luis Gomes de Medeiros a deixar sua terra natal para aventurar-se nos rumos do desconhecido, nos distantes caminhos do extremo oeste. O povoamento da Serra do Senhor Bom Jesus foi se tornando realidade e mais exploradores foram chagando à localidade, construindo suas moradias, cultivando o solo, praticando a caça abundante, fazendo crescer o comércio local e avançando para outras áreas. Com o passar dos anos, os moradores da localidade decidiram mudar o nome do povoamento para Luís Gomes, numa merecida homenagem ao desbravador caicoense. Em 5 de julho de 1890, pela Lei nº 31, Luís Gomes foi desmembrado de Pau dos Ferros e tornou-se município do Rio Grande do Norte.

GEOGRAFIA
VEGETAÇÃO
Floresta Caducifólia - vegetação que apresenta espécies e folhas pequenas e caducas que caem no período seco.
SOLO
Solos predominantes e características principais:
Podzólico Vermelho Amarelo Equivalente Eutrófico - fertilidade média a alta, textura argilosa, bem drenado, relevo ondulado e forte ondulado.
Bruno Não Cálcico - fertilidade média a alta, textura arenosa/argilosa e média/argilosa, fase pedregosa, bem drenado, relevo suave ondulado.
Uso: são bastante cultivados, principalmente com milho e mandioca. O aproveitamento agrícola deve ser limitado as áreas de menores declividades, e o controle à erosão deve ser intensivo. Na área de bruno Não Cálcico a utilização é feita basicamente com a pecuária extensiva e alguma cultura de palma forrageira.
Aptidão Agrícola: regular para lavouras, regular e restrita pra pastagem natural, apta para culturas de ciclo longo como algodão arbóreo, sisal, caju e coco.
Sistema de Manejo: baixo e médio nível tecnológico. As práticas agrícolas estão condicionadas ao trabalho braçal e à tração animal, com implementos agrícolas simples.
HIDROGRAFIA
Aquífero Cristalino - engloba todas as rochas cristalinas, onde o armazenamento de águas subterrâneas somente se torna possível quando a geologia local apresentar fraturas associadas a uma cobertura de solos residuais significativa. Os poços perfurados apresentam uma vazão média baixa de 3,05 m /h e uma profundidade de até 60m, com água comumente apresentando alto teor salino de 480 a 1.400 mg/l com restrições para consumo humano e uso agrícola.
Turismo

MIRANTE DE LUÍS GOMES.‎
O município de Luís Gomes está investindo no turismo para aproveitar os atrativos naturais existentes na serra.
LIGAÇÕES EXTERNAS
Lei de Criação: nº 31 Data: 05/07/1890
Desmembrado de: Pau dos Ferros
Microrregião do IBGE: Serra de São Miguel
Zona Homogênea do Planejamento: Alto Apodi
Posição no Ranking Geral dos Municípios Segundo Alguns Índices de Desenvolvimento
Sócio-Econômico em 1996: 69º
2. CARACTERIZAÇÃO FÍSICA
2.1 - Localização, Área, Altitude da Sede, Distância em Relação à Capital e Limites.
Coordenadas Geográficas: latitude 06º 24’ 50” Sul
Longitude 38º 23’ 19” Oeste
Áre: 181,5 km², equivalente a 0,34% da superfície estadual.
Altitude da Sede: 636 metros
Distância em Relação à Capital: 524 km
Limites: Norte - Coronel. João Pessoa - Riacho de Santana
Sul - Paraíba
Leste -Major Sales e José da Penha
Oeste - Venha Ver e Paraíba
2.2 - Clima
Tipo: sub-úmido
Precipitação pluviométrica anual: média 909,4 mm
Máxima 1.731,5 mm
Mínima 192,3 mm
Período chuvoso: fevereiro a maio
Temperatura média anual: 28,1º C
Umidade relativa média anual: 66%
2.3 - Formação Vegetal
Floresta Caducifólia - vegetação que apresenta espécies e folhas pequenas e caducas que caem no período seco.
2.4 - Solos
Solos predominantes e características principais:
Podzólico Vermelho Amarelo Equivalente Eutrófico - fertilidade média a alta, textura argilosa, bem drenado, relevo ondulado e forte ondulado.
Bruno Não Cálcico - fertilidade média a alta, textura arenosa/argilosa e média/argilosa, fase pedregosa, bem drenado, relevo suave ondulado.
Uso: são bastante cultivados, principalmente com milho e mandioca. O aproveitamento agrícola deve ser limitado as áreas de menores declividades, e o controle à erosão deve ser intensivo. Na área de bruno Não Cálcico a utilização é feita basicamente com a pecuária extensiva e alguma cultura de palma forrageira.
Aptidão Agrícola: regular para lavouras, regular e restrita pra pastagem natural, apta para culturas de ciclo longo como algodão arbóreo, sisal, caju e coco.
Sistema de Manejo: baixo e médio nível tecnológico. As práticas agrícolas estão condicionadas ao trabalho braçal e à tração animal, com implementos agrícolas simples.
2.5 - Relevo
De 400 a 800 metros de altitude
Serra Luis Gomes, Serra do Croatá
2.6 - Aspectos Geológicos
O município está situado em área de abrangência das rochas metamórficas que compõem o embasamento Cristalino, de Idade Pré-Cambiana Média, variando entre 1.000 - 2.500 milhões de anos, onde, predominam granitos finos a grosseitros, de coloração cinza a rósea, gnaisses e migmatitos variandos, xístos e anfibolitos, as vezes cortados por veios de quartzo e pegamtito.
2.7 - Recursos Hídricos
Hidrogeologia:
Aquífero Cristalino - engloba todas as rochas cristalinas, onde o armazenamento de águas subterrâneas somente se torna possível quando a geologia local apresentar fraturas associadas a uma cobertura de solos residuais significativa. Os poços perfurados apresentam uma vazão média baixa de 3,05 m /h e uma profundidade de até 60m, com água comumente apresentando alto teor salino de 480 a 1.400 mg/l com restrições para consumo humano e uso agrícola.
HIDROLOGIA:
Riachos Principais: Pintadas, Panela, do !
Açudes com Capacidade de Acumulação Superior a 100.000m:
PÚBLICO: Arapuá 4.295.000
Luís Gomes 1.286.000
COMUNITÁRIOS: Major Sales 1.316.100
Aqüífera Aluvião - apresenta-se disperso, sendo constituído pelos sedimentos depositados.
Nos leitos e terraços dos rios e riachos de maior porte. Estes depósitos caracterizam-se pela
Alta permeabilidade, boas condições de realimentação e uma profundidade média em torno.
De 7 metros. A qualidade da água geralmente é boa e pouco explorada.
Bacia Hidrográfica: Apodi_Mossoró

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