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sábado, 28 de março de 2009

DE IEKMO MARINHO A ITAÚ

53 – IELMO MARINHO
A antiga povoação de Poço Limpo, localizada no agreste norteriograndense, por ter terras boas para a produção agrícola e para a pecuária, logo cedo mostrava sinais de progresso.
Situada às margens do rio Potengi, no final do século XIX, e início do século XX, Poço Limpo apresentava uma intensa atividade com muita fartura, festividades e um bom crescimento. Segundo relato de Ferreira Nobre, em 1877, o povoado já era importante.
Ao longo de sua história, a povoação foi integrada ao território de vários municípios. Primeiro fez parte de terras pertencentes a Natal, foi um dos dezoito povoados de São Gonçalo do Amarante, pertenceu a Macaíba e no ano de 1943, Poço Limpo foi vinculado diretamente ao município de São Paulo do Potengi, assim ficando durante vinte anos.
Em 27 de agosto de 1963, por força da Lei nº 2.909, o povoado desmembrou-se de São Paulo do Potengi, tornou-se município com o nome Ielmo Marinho, numa homenagem a um filho ilustre da terra, que por vários anos dedicou-se à comunidade, prestando serviços na área de assistência social.
Distância de Natal :: 54 km

54– IPANGUASSU
Ipanguaçu, uma cidade surgida de uma pequena fazenda de gado,com o nome de Sacramento, e que pertenceu por muitos anos a cidade de Santana dos Matos-RN, essa pequena comunidade, teve sua economia baseada na agricultura e na pecuária de subsistência.Como parte integrante, desse importante "vale fértil',mesmo reconhecido como um dos melhores do Brasil e de um povo trabalhador, pobre e sofrido,ainda hoje, é tão propalado como Vale do Açu.A cidade de Ipanguaçu,(ilha grande,na língua Tupi Guaraní),esse nome é também de um cacique da tribo Janduís,apaziguador de relações conflituosas,segundo alguns historiadores. A data de emancipapação política, deu-se a 23 de dezembro de 1943,o município até hoje padeçe economicamente, politicamente e socialmente,das difiuldades impostas pelo modelo político vigente. Além do despojar das águas abundantes,como quase todos os vales, a localização geográfica, permite ser banhada pelos rios, o Piranhas-Açu e o Rio Pataxós,campeões em enchentes, o último com o nome de uma tribo indígina, do mesmo nome, e de um pequeno povoado chamado de Patoxós. Nessa comunidade, podemos lembrar que existe um belíssimo açude público,(açude pataxós);com vistas para o nascente. Logo a poucos quilometros dalí fica a lagoa de Ponta Grande, uma enorme lagoa com um pontencial enorme para a prática da pesca e do cultivo da "agricultura de vazantes".Logo após a emancipação, Ipanguaçu, pernameneceu economicamente cercada por dificuldades;embora possuindo um grande potencil para a agricultura familiar, menos para a pecuária.Surgiram as primeiras atividades economicas, relacionadas a agricultura irrigada, a colheita de do fruto da oiticica e o platio e colheita do algodão arbóreo, esse era o vale, que se tem conhecimento no Brasil.O sistema de irrigação introduzido pelo Sr. José Lúcio de medeiros, foi um passo importante no desenvolimento das potencialidades agrícolas do município. Logo após surgiu o cultivo da carnaubeira,o que se tornou planta em abundância, até os meados de 1980 nesse região, essa planta é considerada a "árvore da vida" ou "árvore providencial da vida", dela pode se aproveitar quase tudo: Raízes, caule,folhas e frutos.Para a população que alí viveu, nesses tempos, e que conheceu a atividade,o produto; dela é possível se extrair os principais benefícios ecônomicos e sociais,com a colheita, tinha-se a geração de renda e de mão de obra, durante e depois,através da fabricação da cêra de carnaúba nas usinas, do comércio, e da venda das fibras de palha e seus derivados, do fabrico de produtos artesanais, considerando as outras utilidades, não esquecendo, que a cêra de "olho da carnaúba" é utilizada até hoje, na indústria de circuitos eletrônicos em geral, inclusive de micros computadores. O município de Ipanguaçu teve ao longo de sua história muita dificuldade de se reafirmar ou melhor, de se restabelecer democráticamente e politicamente através de seu povo, por motivos da tradição cultural que era imposta ao povo, através do corenelismo, não se tinha vez nem voz,sempre, imperou o domínio, das hoje já quase ultrapassadas oligarquias dominantes, e que perduraram por mais de 50 anos. Hoje aparentemente menos,mas ainda existe dominãncia de poder, o poder ainda continua sem alternância significativa, os grupos hegemônicos e políticos ideologicamente confinados, exploram a política sobre o povo,sem o exercício pleno da democracia, o que se configuram numa razão óbvia,(isso ainda é o Brasil), onde a participação não é verdadadeiramente democrática,é o Brasil.Em se falando de economia, há tempos que o munoicípio vem agregando na sua economia grandes investimentos, pela implantação de grandes projetos de irrigação é o movimentos de empresas do ramo de fruticultura de exportação em grande escala, de certa forma, por um lado tem melhorado a oferta de empregos nesse segmento, não obstante a melhoria da condição de vida de seu povo que ali vive, não podemos prever até quando isso será garantido, por certo uma atividade de risco e de uma vulnerabilidade previsível, estão aí as intempéries,isso é a prática, é o estágio da monocultura de exportação prevalescente.A atividade tem sua importância na ecônomica local e no desenvolvimento da região,traduzidas em rendas através dos impostos, não há como negar. Por outro lado,e desde o início, trouxeram muitos prejuízos ao meio ambiente, lá no princípio, nos meiados de 1980,quando tudo começou, foi feito um brutal e irracional desmatamento, sem nenhuma consciência ecológica,dos danos a serem causados ao ecosistema e o meio ambiemte ali presente,surgiram a pulverização aérea,contaminação por inseticidas e herbicidas as águas dos rios e lagoas,as casa dos moradores ribeirinhos a flora, e a fauna.Quando, mais de seis mil hectares de matas nativas e três lagoas foram literalmente rescadas do mapa e com ela todo o bioma, tudo em nome do desenvolvimento, que ainda não chegou.Mas chegaram as rodas gigantes do "progresso". O que causou um desequilíbrio ambiental, daí, fugiram,exterminaram as mais importantes espécies de suassunas,currioius,canários,sabiás,...etc) e as plantas nativas(quixabeiras,oiticicas,juazeiros...etc)não foram preservadas.Pouco adiantou as denúncias feita pelos ambientalistas na época, os projetos avançaram,tomaram conta de todo o espaço ambiental para o cultivos da agricultura de expostação, seguiram em frente destruindo sempre com a pulverizarão aérea, os peixes dos rios que formam a ilha,quando lançavam seus jatos de inseticidas sobre os manancias, agonizavam.Até os dias atuais continuam, nada mudou, nem a vida de quem ali vive, meio ambiente, e consequentemente o homem.Quando todas forem embora será tarde para recuperar foi perdido.
GEOGRAFIA
O município é banhado por dois rios, o Piranhas-Açu ao oeste e o rio Pataxó seu afluente que o divide ao meio. Vale lembrar a lagoa de Ponta Grande e do Canadá. O ponto culminante do município situa-se na Serra de Pataxó com 107 metros de altitude.
O clima de Ipanguaçu é semi-árido, com chuvas mais abundantes no outono. A vegetação típica e a caatinga e a mata ciliar de carnaúbas, que foi seriamente desmatada para dar lugar a imensas plantações de banana,manga e algodão.
TURISMO
Passeios para ecoturismo, pelos rios, lagoas, e nos finais de semanas nos balneários nos sítios. As principais festas do município são a da emancipação, que ocorre no dia 23 de dezembro e a da padroeira, Nossa Senhora de Lourdes, em 11 de fevereiro,com festejos a padroeira, dar-se uma festa dançante no clube municipal.

55 – IPUEIRA
Ipueira, terra habitada pelos pegas, nação indígena da grande família dos cariris, município criado pela lei estadual nº 3.016. Segundo a tradição, seu nome originou-se do hibridismo de iapo – igapó e do sufixo português eira. O nome Ipueira tem a significação de lagoeiro, terreno alagado ou represa natural.
Em 1925, Nestor lima relatava que a fazenda Ipueira, de João Manoel de Medeiros, situada no riacho dos bois, afluente do rio sabugi e este do seridó, pertencente ao município de serra negra do norte, possuíam engenho de rapadura, pequeno açude e lavouras de cereais. Por morte de seu proprietário, João Manoel de Medeiros, foram seus bens repartidos entre os filhos, dos quais Francisco Alencar de Medeiros e João Alencar de Medeiros se prontificaram a doar o terreno destinado à construção de um pequeno povoado e de uma capela em honra de nossa senhora do perpétuo socorro, em cumprimento a uma promessa feita por seu pai.
Os doadores, não querendo encarregar-se dos trabalhos da fundação e da direção do povoado, fizeram um convite ao Sr. Francisco Quinino de Medeiros, para que ele enfrentasse a luta de tão grande glória e honra para a família, o qual aceitou, sem vacilar, pois, há muito tempo, tinha esse desejo de trabalhar pelo engrandecimento de sua terra. Os trabalhos de desbravamento do campo para localização do povoado foram iniciados no dia 03 de março de 1939, tendo-se prolongado até junho do mesmo ano. A escritura do terreno doado, medindo 100 braças de frente e 150 de fundos, foi lavrada pelo Sr. José Carlos de Medeiros, tabelião do 1o cartório de são João do Sabugi, deste estado, aos 27 de abril de 1939.
No dia 21 de março de 1939, dia em que o sol marca o seu ponto central ( meio nascente ) foi tirada uma linha, marcando o centro do povoado, em rumo ao sol que nascia naquele instante e, por conseguinte, foram marcadas as linhas laterais que formariam a quadra em forma de xadrez. O delineamento teve como agrimensores os senhores Francisco Quinino de Medeiros (fundador ), José Horácio de Medeiros e Francisco de Assis Dantas.
No dia 05 de agosto de 1939, foi inaugurado o povoado, assistido pelo sr. Descartes mariz de medeiros, prefeito municipal de serra negra do norte e o padre walfredo dantas gurgel, de caicó, celebrante da 1a missa rezada no povoado, no local onde se erguia uma latada para a antiga feira, em presença de numeroso público que afluía das localidades vizinhas.
No dia 11 de agosto de 1946, foi inaugurado o cemitério público, pelo prefeito Jaime Faria, estando presente monsenhor Walfredo Dantas Gurgel que proferiu bonitas palavras a respeito do melhoramento que o povo estava recebendo. Com a construção do referido prédio foram gastos cr$ 10.200,00 ( dez mil e duzentos cruzeiros ) , destes cr$ 8. 200,00 ( oito mil e duzentos cruzeiros ) arranjados pelo povo e o restante pelo governo municipal.
No dia 1o de janeiro de 1953, foi inaugurado o mercado público municipal. As despesas com a construção deste prédio atingiram a quantia de cr$ 65.000,00 (sessenta e cinco mil cruzeiros ). Os trabalhos foram iniciados pelo prefeito Dr. Gorgônio Artur da Nóbrega e concluídos na administração do prefeito Antônio Quintino.
No dia 31 de dezembro de 1956, foi inaugurado pelo prefeito Severino de Assis Dantas a iluminação elétrica, estando presente dom José Adelino, Elvira Lins e demais pessoas do município e do vizinho estado da Paraíba. Em 05 de março de 1960 foi inaugurado o matadouro público na gestão do prefeito Amaury Gurgel.
Convém lembrar que em 1939 somente Vicente Severino e sua senhora Maria das Dores Paulino e alguns filhos moravam no terreno do patrimônio, em uma humilde choupana que bem merecia o qualificativo grande hotel, tal era a perícia da dona da casa em preparar comidas e a bondade excepcional de ambos em servir a todos.
Ipueira significa terreno alagado, represa natural ou lagoeiro. A tribo dos Pegas, pertencente a nação dos Cariris, foi a primeira a habitar a região. Foi na região do riacho dos Bois, precisamente na Fazenda Ipueira de propriedade de João Manoel de Medeiros, que teve início uma nova localidade. Neste povoado, segundo Nestor Lima, nos idos de 1925, já existia um pequeno açude, um engenho de rapadura e lavoura de cereais.

Após a morte de João Manoel de Medeiros, seus filhos assumiram o controle dos bens e cumpriram uma promessa feita por ele, doando um terreno para ser edificada uma capela em homenagem a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e a construção de um pequeno povoado. Os herdeiros doaram a terra, mas não se encarregaram da condução dos trabalhos de fundação do povoado. Foi o Sr. Francisco Quirino que em março de 1939, deu início ao desbravamento do campo e três meses depois estava concluído. Era um terreno medindo 100 braças de frente por 150 de fundo, teve escritura lavrada pelo tabelião de São João do Sabugi, Sr. José Carlos de Medeiros no dia 27 de abril de 1939.

No dia 5 de agosto de 1939, o novo povoado foi inaugurado com festa solene e celebração da primeira missa pelo padre Walfredo Dantas Gurgel.

Inicialmente, Ipueira fez parte de Serra Negra do Norte. Mas em 1948 passou a pertencer ao município de São João do Sabugi. No dia 31 de dezembro de 1963, através da Lei n° 3.016, de autoria do Deputado Dari Dantas, Ipueira desmembrou-se de São João do Sabugi, tornando-se município do Rio Grande do Norte, mas só foi instalado, definitivamente, em 14 de fevereiro de 1965.
56 - ITAJÁ
Localizado na microrregião do Vale do Açu, mesorregião do Oeste Potiguar.. Área territorial de 204 km². Foi criado em 26 DE JUNHO DE 1995 E INSTALADO A 1º DE JANEIRO DE 1997
HISTÓRIA

Um pequeno núcleo de moradias surgiu ao redor de uma fazenda de gado, nos idos de 1800. O principal pioneiro e fundador da localidade foi o alferes Guilherme Lopes Viégas, proprietário de muitas terras herdadas de seu pai, o Tenente Antônio Lopes Viégas, conhecido como fundador de Angicos. No ano de 1803, Guilherme Lopes já estava plenamente instalado numa área por ele chamada de Pernambuquinho, em referência a Pernambuco, seu Estado de origem. Foi exatamente em torno dessa propriedade, num local que vários caminhos se encontravam, que nasceu o povoamento do Saco.
O alferes Guilherme Lopes Viégas teve dois casamentos e dezenove filhos, contribuindo, decisivamente, com seu trabalho e seus descendentes, para o crescimento do povoado. O seu solene nome, Lopes de Viégas, passou a ser distorcido por muitos, que chamavam de "Lotes de Éguas". Por isso, os seus descendentes tiraram a palavra Viégas, que representava a fidalguia espanhola, e assim a principal família da história da localidade passou a se chamar apenas Lopes.
O educador pioneiro do povoado foi o padre Luiz Guimarães, que depois de ser suspenso das Ordens, decidiu morar na localidade e trabalhar na educação das pessoas. Esse trabalho foi seguido, em 1940, por outros bravos educadores, se destacando os professores Estevam Egídio Pessoa, Cecília da Silva e Maria Antonieta da Silva. Mais tarde, em 1955, começava a atuação da educadora Libânia Lopes Pessoa, que ficou conhecida pelo seu trabalho junto à juventude local.
No ano de 1950, o povoado mudou de nome, passando a se chamar Itajá, palavra do idioma tupi-guarani que significa Terras de Pedras.
A partir de 1970 o povoado de Itajá começou a se desenvolver mais rapidamente, primeiro com a chegada da energia elétrica e das telecomunicações e depois, com a instalação de sua primeira cerâmica, por iniciativa de João Eudes Ferreira, abrindo caminho para a implantação de um pólo cerâmico.
Devido à prosperidade econômica de Itajá, vinda do pólo cerâmico, da agricultura, da extração da cera de carnaúba e da semente de oiticica e de uma crescente produção de leite, os filhos da terra iniciaram a luta pela sua autonomia política.
No dia 26 de junho de 1992, através da Lei no 6.299, Itajá foi desmembrado de Ipanguaçu e elevado à condição de município do Rio Grande do Norte.
Distância de Natal :: 200 km

57 – ITAÚ –
Toda a região das proximidades do riacho Gitirana, na ribeira do Apodi, era perfeita para a criação de gado, daí a intensa disputa, no ano de 1731, entre os sesmeiros colonizadores e os índios Cariris.
A sesmaria concedida ao comissário geral Francisco Pinto da Cruz para a exploração de toda a área circunvizinha do riacho Gitirana, deu origem ao povoado Itaú que na linguagem indígena significa Pedra Preta, nome de um cacique dos Paiacus, tribo pertencente a nação Cariri.
A primeira escola surgiu muito tempo depois, no ano de 1920. Naquela época se fez presente o agricultor e fazendeiro entusiasta da educação na região, Marcolino José Bessa, natural de Angicos.
Em 11 de dezembro de 1953, pela Lei no 1.026, Itaú foi desmembrado de Apodi tornando-se município do Rio Grande do Norte.
Distância de Natal :: 361 km

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