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sábado, 28 de março de 2009

DE GALINHOS A GUAMARÉ

44 – GALINHOS

O nome do povoado de Galinhos surgiu naturalmente na boca do povo, em referência ao pequeno tamanho dos peixes-galos existentes na área. Foi por causa da abundante quantidade de peixe-galo daquela área, que um grande número de pescadores abandonou suas terras de origem, armou suas tendas na localidade e começaram a formar pequenas aldeias, tornando-se os pioneiros do povoamento.

O desenvolvimento da povoação deu-se a partir de uma produtividade econômica baseada no pescado de peixes-galos e de voadores, na facilidade em produzir salinas naturais, onde o sal é bastante farto, e também, na cultura de algodão e sisal. Em 26 de março de 1963, Galinhos desmembrou-se de São Bento do Norte, através da Lei n° 2.838, tornando-se município do Rio Grande do Norte.
Distância de Natal :: 166 km

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45 – GOIANINHA

A palavra goiana vem do tupi-guarani e quer dizer abundância de caranguejos. No ano de 1635, a aldeia da área chamada Goacana ou Viajana, figurava entre as seis maiores da capitania do Rio Grande do Norte, e era habitada pelos índios Janduís. Nos idos de 1687, segundo alguns historiadores, a região foi habitada por moradores brancos, provavelmente portugueses, depois da expulsão dos índios.

O início da exploração da região aconteceu de fato a partir das datas de sesmarias, concedidas a vendedores ambulantes vindos de Goiana Grande, no Estado de Pernambuco, movimentado centro comercial da época. Os ambulantes chegaram à aldeia no século XVII e a chamaram de Goianinha, ou seja, uma Goiana pequena.

Goianinha fazia parte do seu vizinho território, constituído pela Aldeia de São João Batista das Guaraíras, depois, Arês, sob a direção dos jesuítas. Arês foi elevada ao predicativo de Vila Nova de Arês, em 15 de junho de 1760.

O crescimento do povoado desenvolveu-se dentro de uma produtividade econômica voltada para a agricultura, a pesca e a pecuária.

No dia 7 de agosto de 1832, era criado o município de Goianinha, recebendo a denominação de Vila de Goianinha, que só foi elevado à categoria de cidade 96 anos depois, através do Decreto Estadual n° 712, de 2 de novembro de 1928.

FILHOS ILUSTRES

André de Albuquerque Maranhão foi o chefe da Revolução de 1817 (também conhecida como Revolução Pernambucana), no Rio Grande do Norte. Foi grande proprietário rural, Cavaleiro da Casa Real; Senhor de Cunhaú; Coronel comandante da Divisão do Sul.

Era herdeiro opulentíssimo do Morgado Cunhaú e, por seus relevantes serviços, foi condecorado com o hábito de Cristo e a patente de Coronel de Milícias a cavalo.

Possuía autoridade na Região Agreste de Natal à Cunhaú. Região que hoje é conhecida como Microrregião do Litoral Sul.

Na manhã de 28 de março, André, com sua tropa, parentes e oficiais, faz a entrada solena na capital, apoiado pela Companhia de Linha. No dia seguinte, convoca pessoas conhecidas, religiosas e constituiu o governo.

No dia 30, chega o reforço militar da Paraíba, cinquenta soldados, comandados por José Peregrino Xavier de Carvalho. Mas após a partida destes em 25 de Abril de 1817 enfraquece o governo de André de Abuquerque. Todos o abandonam. Apenas o padre João Damasceno permanece ao seu lado.

André de Albuquerque, sentado à mesa dos despachos, viu a sua sala ser invadida pelos contra-revolucionários. Inerte, ante a surpresa, negou-se a entregar-se e quis reagir. Mas estava só. Sem defesa. Foi então ferido por Antônio José Leite Pinho que atingiu com a espada a sua região inguinal. No tumulto, ainda procurando segurar a lâmina, fere dois dedos.

André foi arrancado do governo provisório impunemente apunhalado. Ferido, foi conduzido para a Fortaleza dos Três Reis Magos e colocado num quarto escuro. Sem assistência, sem tratamento, agonizou a noite inteira. Apenas recebeu do soldado Inácio Manuel de Oliveira uma esteira para forrar o solo molhado e uma trouxa de roupa para descansar a cabeça.

Sentindo a morte que se aproximava, chamou o amigo, vigário da Freguesia de Natal, Feliciano José d'Ornelhas, para dar-lhe a extrema unção.

Banhado em sangue, sem assistência, falece o opulento Senhor de Cunhaú, com aproximadadmente 40 anos de idade.

Pela manhã, retiraram o corpo de André de Albuquerque que foi transportado nú, sujo de sangue coagulado, para ser sepultado na Matriz. O seu ideal de liberdade, porém, jamais foi apagado. Seu exemplo ficou na história. A independência do Brasil acabou acontecendo 5 anos depois, em 1822.

46 – GOV DIX-SEPT ROSADO

Em meados do século XVII, uma certa região do Rio Grande do Norte foi chamada de Passagem do Pedro, numa referência ao homem que fez a vereda transpondo o rio Mossoró.

Nos idos de 1766, uma figura de destaque da região era o Capitão Sebastião Machado de Aguiar, proprietário da fazenda Pau do Tapuio. O Capitão era devoto de São Sebastião e como queria um filho homem, prometeu ao santo dar seu nome ao povoado e mandar construir uma capela, caso lhe fosse concedida a graça desejada. Alcançada a graça a localidade ganhou o nome do santo e capela foi construída, em 1792.

No ano de 1806, o Capitão pioneiro morreu sendo sucedido por seu filho, também Sebastião Machado de Aguiar, que tinha o mesmo estilo desbravador que caracterizou o seu pai.

Em 1870, teve início nos sítios Gangorrinha e Quixaba de São Bento, uma produção de liliáceas que deu origem a grande atividade econômica voltada para o comércio do alho fazendo com que durante algum tempo, a localidade fosse chamada de capital do alho.
Pela sua localização na orla do rio Mossoró o povoado sofreu muito com as águas que transbordavam. Por causa das grandes enchentes do rio São Sebastião ficou algum tempo sem sua capela, mas a população, liderada por Manuel Joaquim de Oliveira, reconstruiu a igreja com melhor estrutura, duas torres ornamentais e em 1941, passou à condição de Igreja Matriz. Em 1943, dois anos depois, o povoado passou a se chamar Sebastianópolis.
Em 1912, o farmacêutico Jerônimo Rosado aproveitando as jazidas de gesso existentes em suas terras, deu início a uma indústria de extração de gipsita. O seu esforço teve continuidade com seus filhos Jerônimo Dix-Sept Rosado Maia e Dix-Neuf Rosado Maia. Nascido em Mossoró em 1911, Jerônimo continuou a trabalhar nas jazidas de gesso do pai, avançou na atividade pública em 1948, foi eleito prefeito de sua terra. Em 1950, foi eleito em campanha memorável, Governador do Estado do Rio Grande do Norte.
Após sua morte em acidente aéreo na capital sergipana, a Câmara Municipal de Mossoró determinou por meio da Lei no 16/51, a mudança do nome de Sebastianópolis para Governador Dix-Sept Rosado, em homenagem ao líder da região Oeste. Pela Lei no 2.878, de 4 de abril de 1963, Governador Dix-Sept Rosado desmembrou-se de Mossoró e tornou-se município do Rio Grande do Norte.

Distância de Natal :: 320 km


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47 – GROSSOS

A área localizada à margem esquerda do rio Mossoró já figurava em mapas nos séculos XVI e XVII. Por volta de 1760, o Sargento-Mor Antônio de Souza Machado estabeleceu-se na localidade e implantou fazendas de criação de gado em sociedade com seu cunhado José Alves de Oliveira. A parceria entre os dois fez surgir as oficinas de carne de charque, as primeiras da região, que produziam e comercializavam para o Sul do país.
A denominação Grossos, originou-se de uma ilha coberta de um capim muito grosso, conhecida por Ilha dos Capins Grossos.
O território de Grossos foi intensamente disputado, em demorado conflito judicial, pelos Estados do Rio Grande do Norte e do Ceará. Sua área era reivindicada pelo Ceará que chegou a transformá-la em vila. Começava então uma longa batalha com o Rio Grande do Norte lutando pela localidade.
Com a brilhante defesa do jurista e Senador da República Rui Barbosa, o Rio Grande do Norte venceu a questão em 17 de julho de 1920, assumindo definitivamente os direitos sobre o território de Grossos.
No dia 11 de dezembro de 1953, através da Lei nº 1.025, Grossos desmembrou-se de Areia Branca tornando-se município do Rio Grande do Norte.
Distância de Natal :: 332 km

Localizado na microrregião de Mossoró. s. Área territorial de 126 km².

Suas principais praias são Barra, Pernambuquinho e Gado Bravo, populares em virtude da gastronomia (mariscos, peixes e camarões), tranquilidade que oferecem e da prática de esportes, como o kitesurf entre outros. O ponto forte da economia desta pacata cidade é a indústria salineira, grande parte da produção é fornecida para as grandes indústrias alimentícias do Brasil e até exportado para outros países, apesar de uma grande parcela deste sal ser industrializado no próprio município, Grossos também trasnporta sal para ser industrializado em Mossoró. O comércio é de pouca expressão mas já mostra um relativo avanço nos últimos anos. Nota-se também a presença de artesanato de figuras decorativas criadas com areia colorida em pequenas garrafas como também objetos decorativos feitos com búzios e outros materiais reciclados.

Na comunidade de Areias Alvas existe o segundo maior cajueiro do mundo, e um pequeno sitio arqueológico de sambaquis, onde podemos encontrar pequenos arbustos fossilizados e indícios de uma população primitiva que ocupou esta região num passado remoto.

48 – GUAMARÉ

A origem do nome vem da junção das palavras água e maré, por estar localizada às margens das marés dos rios Aratua e Miassaba. A presença de europeus teve início a partir de 1605, quando o capitão Pedro Coelho aportou com sua esposa, seus filhos e soldados, sobreviventes da tentativa frustrada de colonizar o Ceará.

Salvaram-se da fome comendo aratus crus e bebendo água fresca em Água-Maré, arranchados junto à cacimba d'água. No ano de 1612, já surge o registro da localidade de Guamaré, no mapa de João Teixeira. No ano de 1783 o português Francisco dos Santos, residente em Caiçara do Norte, construiu a Capela de Nossa Senhora da Conceição em gratidão por ter conseguido salvar-se juntamente com sua tripulação, de uma tempestade no alto mar e aportado em Guamaré.

Guamaré já pertenceu ao município de Açu, passando para Angicos em 1833, de quem foi distrito de paz em 1834, tendo 201 moradores adultos. Em 1847 incluiu-se no território de Macau onde permaneceu mesmo quando houve a restauração de Angicos em 1850. Distrito de Paz de Macau em agosto de 1873.

Na economia local, destaca-se a produção de petróleo.

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