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sábado, 28 de março de 2009

DE ENCANTO A EXTREMOZ

rits comunicação & tecnologia websites turismo natal 37 - ENCANTO

Em meados do século XVIII, surgiram os primeiros sinais de povoação numa localidade, que viria a se transformar em uma vila com o nome de Risos de Natal, com a expansão da população e do comércio a vila começou a ganhar destaque e pasou a ser chamadaque Mundo Novo e os primeiros proprietários de suas terras foram Caetano de Barros e Domingos Lopes Barbalho.

A região que vivia da agricultura teve desenvolvimento lento. Gradativamente, surgiram sinais de crescimento no pequeno povoado, segundo o historiador Anfilóquio Câmara, até que formasse realmente um povoado. Mesmo de maneira gradual, Mundo Novo, na época, apresentava razoável movimento econômico e social, resultado das atividades agrícolas alí desenvolvidas.

Pela Lei nº 2.784, Mundo Novo desmembrou-se de São Miguel no dia 10 de maio de 1962, tornou-se município, assumindo como Primeiro Prefeito nomeado o estimado Dr. Nivaldo Moreno Pinheiro que presenteou ao seu sogro o nome da cidade que passou a chamar-se Doutor Severiano em homenagem a Francisco Severiano de Figueiredo Sobrinho, um caicoense que batalhou pelo desenvolvimento da região. Na vida pública Doutor Severiano atuou como Juiz Municipal de São Miguel, como Deputado nos anos de 1935 e 1948, foi Prefeito e Consultor Jurídico da Prefeitura. Fonte: Idema-RN

ECONOMIA

Sua principal atividade econômica é a agricultura. Se destaca, principalmente, a produção de feijão, milho, arroz, algodão, batata-doce e mandioca.

A pecuária, embora com menos potencial que a agricultura, aparece também como importante fonte de renda no município, aí se destacando a criação de bovinos, caprinos e suínos.

Outras atividades de destaque são a fruricultura, em especial, o cultivo de laranja, manga e banana, e a apicultuara com a produção de mel de abelha.

Destaca-se também a produção de farinha de mandioca, doces, rapadura e mel de cana-de-acúcar. Também ver-se a prática da olaria, com a produção de telhas e tijolos.

Na indústria destaca-se a fabricação de roupas.

No setor terciário aparece o comércio de alimentos no varejo, além de roupas, calçados e eletroeletrônicos. Serviços de Banco Postal e Caixa Econômica Federal (caixa aqui).

A economia é baseada na agricultura. O nível médio de renda da população varia em até um salário mínimo, proveniente do trabalho braçal, comércio, pesca, serviços públicos, pensões e aposentadorias. Devido a essa dificuldade econômica, o município tem um grande índice de migração. Filhos do Encanto, que se deslocam para grandes centros urbanos, em busca de uma melhoria de vida

CULTURA E LAZER

No folclore é importante destacar as festividades em comemoração à emacipação política que ocorrem no mês de maio, bem como à sua có-padroeira Nsª. Senhora do Carmo e padroeira Santa Luzia, nos meses de julho e dezembro respectivamente.

Comemora-se também o carnaval e o São João.

A principal forma de laser são as atividades esportivas, futebol de campo e o futebol de salão aparecem como as modalidades esportivas mais praticadas nas escolas e em toda a sociedade severianenses, e os banhos em rios, barragens, açudes e cachoeiras, na época de inverno (isto porque o Município sofre estiagem maior parte do ano, compreendendo o período chuvoso entre meados de fevereiro e início de junho).

O município de Encanto, encravado no Alto Oeste Potiguar, localiza-se ma Microrregião de São Miguel, Mesoregião do Oeste Potiguar, Zona do Sertão. Ocupa uma área de 125 km2 e tem a sua população estimada em aproximadamente 4.798 (quatro mil, setecentos e noventa e oito) habitantes, sendo 2.681 (dois mil, seiscentos e oitenta e um) habitantes na Zona Rural e 2.117 (dois mil, cento e dezessete) habitantes na Zona Urbana.
Sua origem é voltada para o folclore, que segundo a lenda, esta servia de passagem aos comboieiros e vaqueiros às demais cidades.

E em uma dessas passagens, um viajante de nome desconhecido, passando por este local com sua carga de algodão, teve como surpresa a visão de uma casa, que nos dias anteriores não constava a sua existência. Com o pressentimento que havia algo estranho, caminhou até a casa com o pretexto de pedir água. Não encontrando ninguém, levou como prova de que ali estivera “Talheres de OURO”. Chegando a São Miguel, contou o fato aos amigos e mostrou-lhes as referidas provas. Dias depois voltou ao local e constatou que a casa havia desaparecido

Daí em diante, todos que passavam pelo local do acontecimento, diziam: “É ali o local do Encanto”.
Assim nasceu a cidade de Encanto. Chão querido e amado por todos.

ORIGEM:

Data de 1877, quando houve a grande epidemia de cólera e uma seca muito grande na região. Os senhores José Miguel da Silva e João Antonio da Silva juntos a outras famílias doaram o terreno de mais ou menos 980 m², ao patrimônio de São Sebastião.

PADROEIRO:

As senhoras da família lima fizeram uma promessa a São Sebastião que já era defensor das pestes, fome e guerra. A população foi libertada da doença, pois já havia matado muita gente. Colocaram a imagem de São Sebastião embaixo de uma latada, onde hoje é a casa dos herdeiros do Sr. José Apolônio da Costa. Ali começaram a rezar todas as noites e transformaram a latada numa pequena capela.

O QUE MAIS SABEMOS:

a) A criação:
A capela tornou-se pequena e construíram uma igreja maior, logo ao lado da anterior porque o terreno era menos acidentado. Em 1905, no paroquiato do Pe. Tertuliano Fernandes foi obtida a licença diocesana e o senhor Joaquim Jerônimo da Silva encarregou-se da construção.

b) A emancipação:
Em 1921 foi construída a torre da igreja e em 1938 foram construídos as arcadas e o altar-mor, já na responsabilidade do Sr. José Apolônio da Costa. Em 1949, foi feita a sacristia.
c) Zeladores:
As pessoas que tomavam conta da igreja e do seu patrimônio se chamavam zeladores. Dentre eles estão: José Miguel da Silva, João Antonio da Silva, José Joaquim Jerônimo da Silva, Leão Fernandes de Queiroz, José Apolônio da Costa, Adauto Fernandes de Queiroz, Gonçalo da Silva Filho e Edson Apolônio da Costa com seus familiares.
d) Nossos sacerdotes:


Nossa igreja tem sido acompanhada pelos padres Tertuliano Fernandes, Padre Omar, Padre Militão, Padre Manoel Caminha Freire (1940 até 1987) Padre Pedro Lapa, Padre Luiz Sampaio (1987 até 1995) Padre José Milton, Padre Tarcisio (1995 a 2005) e hoje contamos com o nosso Padre Erivon (2006)
e) Irmã Cláudia D'arc:
Religiosa consagrada em 10-02-1999 pela congregação família sagrada prestando serviços na comunidade.
f) Nossas Capelas:
Hoje contamos com as seguintes capelas: São Vicente de Paulo (Novo Encanto), São João Batista (Serra do Cruzeiro); São Francisco (Encanto do Meio), São Francisco (Encanto de Cima), Nossa Senhora das Graças (Várzea Nova); Nossa Senhora de Fátima (Várzea Velha); Santo Antonio (Tataíra); São Pedro (Carnaubinha) e São Rafael (Ingá).
g) Nossas Festas:
A religiosidade de nosso Encanto faz ser belíssima a Festa de São Sebastião, no período de 10 a 20 de janeiro. Anos atrás tivemos as Festas de Santa Terezinha que acontecia no mês de setembro/outubro (precisamente no dia 1º de setembro) celebramos o mês de maio com a Coroação de Nossa Senhora no dia 31 e outras novenas ou tríduos de São José, Coração de Jesus, Mãe Rainha e padroeiros das comunidades já mencionadas.

O QUE SOMOS HOJE

Hoje nossa comunidade recebe o nome de Área Pastoral Autônoma de São Sebastião – Encanto RN –, abrangendo a comunidade de Santa Luzia – Dr. Severiano –, criada em 10 de julho de 2005 sob as bênçãos de D. Mariano Manzana Bispo Diocesano.
Contamos com os trabalhos das equipes:


- Legião de Maria – fundada pela nossa inesquecível Irmã Ana Maria em 1996. Temos hoje 11 praesídiuns, tais como: Praesidium Nossa Senhora das Graças; Praesidium Mãe do Salvador; Praesidium Refugio dos Pecadores; Praesidium Mãe Rainha; Praesidium Nossa Senhora do Desterro; Praesidium Rainha de Todos os Santos; Praesidium Porta do Céu; Praesidium Rainha da Paz; Praesidium Nossa Senhora de Lourdes e Praesidium Virgem Fiel. E, dado o numero de praesidiuns, já temos a cúria Nossa Senhora Auxílio dos Cristãos, criada em 30 de janeiro de 2005.

Em 1970 foi construída a Escola Estadual “Cid Rosado”, passou a funcionar no ano de 1971, na administração do prefeito da cidade Osvaldo Januário do Rego, oferecendo a 4ª série do 1º grau, na responsabilidade da professora Maria do Socorro Fernandes. Sua construção foi através de um convênio com o MEC, conseguido pelo prefeito e o deputado Vingt Rosado. A escola ganhou o nome de “Cid Rosado” em homenagem a seu filho falecido aos 07 anos de idade.
O primeiro grau maior ou antigo ginásio foi implantado em 1º de março de 1976, na administração do prefeito o Sr. Gonçalo da Silva Filho. A direção da escola foi confiada ao odontólogo Dr. Pedro Diógenes Fernandes, filho de Pau dos Ferros.
O 2º grau foi implantado em 1981 na administração do Sr. Osvaldo Januário do Rego, com o curso Magistério.
O nosso ensino passa a regimentar pela lei 5.692/71 quando unifica o antigo primário com o nível ginasial, recebendo o nome de 1º grau. Daí a Escola Estadual “Cid Rosado”, oferece aos seus filhos a continuidade de Magistério. Em 2002 a escola começa a oferecer a modalidade EJA

Vejam bem no início o número de alunos era de 40 a 60, professores eram 04,pra ter certeza que tudo mudou basta contar o número de alunos hoje, está em uma média de 1260 alunos e professores e funcionários chegam a quase 40.
O nosso município hoje assistência 11 escolas da Zona Rural. Veja o quadro abaixo:

A Biblioteca São Sebastião teve sua criação no dia 12 de outubro de 1966, recebeu esse nome em homenagem ao padroeiro de nossa cidade. Durante muito tempo a biblioteca funcionou com trabalhos de clubes de leitura,dramatização, concurso de leituras e exposição de textos. Atualmente a biblioteca encontra-se em perfeito estado de decadência, pois quase não há mais livros, nem estantes, existe apenas um local onde são guardados uns poucos livros.
Hoje a escola já oferece modalidade de ensino EJA, que vem sendo ofertada desde 1999.
Tem capacidade para receber cerca 100 de alunos, mas atende 75. Possui 04 salas de aula, 01 secretaria, 01 cozinha e 02 banheiros e há muito tempo espera por uma reforma.
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O seu primeiro diretor o Dr. Pedro Diógenes Fernandes, dirigiu as suas atividades até o ano de 1987, seguido pela senhora Maria de Fátima de Oliveira Costa em outubro do mesmo ano. Logo após assumiu Maria Auxiliadora Araújo Martins, de 22.10.90 a 31.08.91, passando depois a administração pra Antonio Vilcemar de Castro, foram também diretores Francisca Januário do Rego Fernandes, Rosemay Fernandes Aquino de Queiroz e Izac Cipriano Bandeira. Atualmente encontra-se na direção Francisca de Souza Rego Barros, que em sua administração coordenou uma reforma de grande porte na escola, funcionando hoje com :09 salas de aula, 01 diretoria, 01 secretaria, 01 sala de professores, 01 almoxarifado,01 sala de vídeo, 01 sala de apoio pedagógico, 01 cozinha, 01 deposito de alimentos, 11 banheiros, 01 laboratório de informática e 01 de ciências, uma bela pracinha. Vale ressaltar que todas as dependências da escola permitem o acesso a portadores de necessidades especiais.

A Biblioteca foi criada em 1987,recebendo o nome de Francisco Canindé do Rego. Os livros foram doados pelos professores e grande parte por Osvaldo Januário do Rego (prefeito da época),em agradecimento pela homenagem prestada ao seu falecido filho.
Atualmente essa biblioteca está sendo modernizada e atualizada como biblioteca de Ensino Médio e denominada Biblioteca Maria Luciene da Costa em homenagem a uma professora falecida, muito querida nesta entidade.
A Escola Municipal Maria Pereira Leite, fica localizada a Rua Francisco Canindé de Queiroz,é uma escola pública e existe há 06(seis) anos e promete crescer cada vez mais.
Na realidade,o prédio não foi construído para ser escola, mas Centro Social Urbano (CSU) – por motivos superiores o CSU não funcionou, e havendo a necessidade de se instalar uma escola municipal na cidade de Encanto, a equipe de educação reuniram-se juntamente com a secretaria de educação Maria Helena de Queiroz Leite no ano de 1998 na Creche Municipal Antonio Fernandes de Souza para planejarem a fundação da tão sonhada escola.
No ano seguinte deu certo, começou com duas salas de aula, duas professoras Anne Karine e Francisca Magna de Souza e Silva e nomeada Escola Municipal de Encanto, fazendo uso do prédio que havia sido construído para as atividades do CSU.
Na época Maria Bernadete Granjeiro era supervisora e foi promovida ao cargo de diretora da nossa escola.
No mesmo ano aconteceu um grave problema com uma escola no sitio Valetin de Encanto, devido o desgaste do tempo, o prédio não resistiu e desmoronou, dessa forma trouxeram alunos e funcionários dessa escola Luis Pereira da Silva para anexar-se a Escola Municipal de Encanto, que ficou conhecida desta vez por Escola Luis Pereira da Silva.
No final do mesmo ano foi exigido o credenciamento oficial da Escola, que já em 2.000 se chamava Escola Municipal Maria Pereira, em homenagem a mãe do prefeito da época – Manacés Leite.

A primeira escola estadual foi criada no ano 1929 no governo de José Varela, cujo prefeito de Pau dos Ferros era o Senhor Adolfo Fernandes que recebeu o nome de Escola Isolada do Povoado de Encanto. Este mérito coube ao Sr. José Calazans Fernandes que fez o pedido em favor de sua irmã Maria Edith Fernandes (D. Marocas), tornando-se sua primeira professora nos anos de 1929 a 1930. Em seguida atua D. Maria Estelita de Queiroz, professora de 1930 a 1940, sucedida pela senhora Francisca de Assis Fernandes que lecionou nessa escola de 1941 a 1954, quando recebeu o nome de Escola Reunida Adolfo Fernandes,em homenagem ao antigo político, o ilustre Sr. Adolfo Fernandes. Era então governador Silvio Pedrosa e Prefeito de Pau dos Ferros o Sr. Licurgo Nunes. As primeiras professoras ainda a senhora Francisca de Assis Fernandes e Maria José Fernandes de Queiroz.
No ano de 1956 no governo de Dinarte Mariz, essa escola recebe sua sede própria,hoje na rua 7 de Setembro,217, sendo sua primeira diretora a Senhora Francisca de Assis Fernandes, que atuou em toda sua missão no magistério de 1941 a 1972, quando aposentou-se , entregando o cargo a senhora Maria Marcelino Granjeiro, cuja gestão se estendeu até 1987. Foi nomeada depois como diretora Maria Francisca da Costa, que assumiu até 1990, e logo depois fica o cargo para Firmina Januário do Rego. Atualmente a escola está sob a administração de Maria Josilene Medeiros de Carvalho.
Infelizmente a Biblioteca Santa Terezinha, criada no ano de 1969 não existe mais.
Hoje a escola tem capacidade para receber 200 alunos, mas atende cerca de 100.
Possui 03 salas de aula, 01 sala de leitura e vídeo, 01 secretaria, 01 almoxarifado, 02 banheiros, 01 cozinha e um depósito de alimentos, dispõe também de um grande espaço, caso haja necessidade de se construir outras dependências.
Em 19 de abril de 1966,surge a Escola Estadual “Justino Granjeiro”, cujo nome homenageia um grande homem humilde, mas de grande cunho familiar deste município:Justino Alves Granjeiro,comerciante de tecidos, dono da primeira panificadora de Encanto, foi também político e também um bom homem.
Neste ano de 1966 era governador do Estado, o Monsenhor Walfredo Gurgel e essa escola passa a oferecer o 5º ano; desse modo a alegria se expande na nossa cidade,pois só assim os seus filhos terminariam o curso primário. A primeira professora e diretor, a senhora Maria do Socorro Fernandes, que administrou de 1966 a 1973, dando continuidade Rita Urbano de Souza, que assumiu em 1974 e renunciou em 1991, assumindo a partir de então Maria Lúcia de Souza. Atualmente encontra-se na direção Aldecir Regiane de Araújo.

Na Educação podemos dizer que muito antes da rede estadual a existência das escolas se dava em casas particulares ou mesmo nos locais onde celebravam-se as missas, cujos professores, ligados aos antigos prefeitos, vinham de Pau dos Ferros. Não eram pessoas formadas, porém eram chamadas de mestres. O primeiro mestre natural de Encanto, foi o senhor Manoel Felipe




38 – EQUADOR

No ano de 1856, nas proximidades do rio das Quintas, teve início uma povoação quando o Sr. Simão Gomes da Silva, pagando uma promessa, doou um terreno para a construção de uma capela em homenagem a São Sebastião. A capela foi construída e o primeiro nome que o povoado recebeu foi Periquito numa referência a grande quantidade desse tipo de passarinhos existente na região.
Em 1917, o povoado de nome Periquito teve seu nome mudado para Equador, cumprindo uma ordem recebida da Intendência de Jardim do Seridó que naquele tempo era município sede e responsável pela localidade. Equador passou a ser distrito do município de Parelhas, após vinte e um anos, pelo Decreto no 603, de 31 de outubro de 1938, mas sua consolidação só ocorreu no mês de janeiro de 1939.
Em cumprimento à Lei no 2.799, no dia 11 de maio de 1962, Equador desmembrou-se de Parelhas e tornou-se município do Rio Grande do Norte. Em 17 de março de 1963 ao mesmo tempo que ocorria sua instalação, tomava posse o primeiro prefeito, nomeado pelo governador do Estado.

rits comunicação & tecnologia websites turismo natal 39 – ESPIRITO SANTO

O pequeno povoado começou às margens do Rio Jacu com o nome de Canabrava, em terras pertencentes ao município de Goianinha, pelos idos de 1835. A mesma localidade recebeu o nome de Cruz do Espírito Santo no ano de 1877. Já em 1911, passou a condição de distrito do município de Goianinha. Entre os eventos ocorridos no início do povoamento, a história relata um fato que marcou época, alcançando notoriedade, na vida de uma comunidade voltada fundamentalmente para a atividade agrícola: “Nos idos de 1870, um bando de cangaceiros intitulados Camisa Preta, fazia e acontecia na região, provocando um constante clima de pânico. Foi nessa época que o subdelegado do distrito de Cruz do Espírito Santo conseguiu o líder do bando, Manoel Joaquim Camisa Preta, que conseguiu fugir espetacularmente, em fevereiro de 1871, arrombando a porta da cadeia”. Contando com terras boas, a localidade se desenvolveu, com a participação das populações vizinhas de Goianinha e Santo Antônio, nas atividades de pecuária e da agricultura. Em 28 de dezembro de 1953, o distrito passou a pertencer ao município de Várzea, com o nome de Espírito Santo. Nove anos depois, com o distrito sempre progredindo , em 4 de janeiro de 1962, por força da Lei nº 2.726, sancionada pelo então Governador do Estado, Dr. Aluízio Alves, Espírito Santo desmembrou-se de Várzea, tornando-se um novo município do Rio Grande do Norte. Entre os filhos de Espírito Santo, a história destaca o professor João Tibúrcio da Cunha Pinheiro, famoso educador com projeção estadual, considerado o “Mestre de gerações” e orgulho do magistério norte-rio-grandense, nascido no ano de 1845, no Sítio Jardim.

ECONOMIA

é voltada para sua vocação de origem: a agricultura e pecuária.

ARTESANATO

baseado na fabricação de objetos a partir do sisal, como bolsas e cintos.

FESTAS POPULARES

a festa da padroeira do município Nossa Senhora da Piedade acontece 2 de fevereiro.

RELEVO

depressão sublitorânea.

TRADIÇÕES

A principal tradição de Espírito Santo é a festa de sua padroeira, N. Senhora da Piedade, que acontece de 24 de janeiro a 2 de fevereiro, constituindo-se em romaria popular. Os devotos trazem ex-votos e pagam suas promessas vestidos de azul, como a Virgem Maria. O ponto alto da festa é a grande procissão à tarde do dia 2.

40– EXTREMOZ

As terras que hoje formam o município de Extremoz, no passado tinham outros habitantes: os índios Tupis e Paiacus que viviam as margens da Lagoa de Guajirú atualmente conhecida como lagoa de Extremoz.

Em 1607, século XVII, o governo português na pessoa do seu capitão-mor Jerônimo de Albuquerque concedeu aos jesuítas a terra utilizada pela missão. Responsáveis pela catequese dos índios, os jesuítas estabeleceram a missão em Guajirú, construíram a igreja de São Miguel e a partir de então a sociedade tribal sofreu a influência de novos costumes alicerçados na doutrina cristã.

Em 1757, diante da invasão holandesa, os jesuítas foram expulsos e a aldeia que já abrigava cerca de 1429 pessoas foi elevada a condição de Vila. No dia 3 de maio de 1760 a vila passa a se chamar Vila Nova de Extremoz do Norte. Segundo o historiador Câmara Cascudo, Extremoz foi a primeira Vila da Capitania do Rio Grande do Norte.

Nessa época a vila era importante centro econômico da região com a criação de gado, antes da chegada do cultivo da cana-de-açúcar. Dessa época, os moradores preservam na memória coletiva lendas como a da cobra, a do carro caído, e a do tesouro enterrado nos alicerces da igreja. Diz a lenda que a população na tentativa de encontrá-lo, destruiu a igreja na qual hoje só se vê ruínas.

Entretanto em 18 de Agosto de 1885 a Lei Provincial n.º 321 incorporou a Vila de Nova Extremoz ao povoado de Boca da Mata, que recebeu a denominação de Vila de Ceará Mirim. Apena em 4 de abril de 1963 Extremoz recuperou sua autonomia, tornando-se Município do Rio Grande do Norte.

Origem do nome

Vila Nova de Extremoz do Norte recebeu este nome pela sua localização geográfica ao norte da capital Natal.

CULTURA

Ruínas da antiga Vila, capela de São Miguel e convento de Extremoz - tombado a 18 de Dezembro de 1990.

A Matriz de São Miguel foi considerada por Câmara Cascudo como a mais bela igreja colonial do estado erguida no barroco, tinha 16m de altura, 13,5m de largura, 30m de comprimento e paredes com 80cm de largura. Servia de igreja residência dos jesuítas. Foi nessa igreja que o índio Poti, Antônio Felipe Camarão, foi batizado na manhã de 13 de Junho de 1612. Aos 30 anos recebeu os nomes de Antônio em homenagem ao santo do dia, Felipe em homenagem ao rei Felipe da Espanha e "Camarão" a tradução de seu nome (Poti). Mais tarde casou-se, na mesma igreja, com Clara, índia de nação potiguar.

Fonte: Prefeitira Municipal de Extremoz

GEOGRAFIA

Localizado cerca de 25 km da Grande Natal, na microrregião de mesmo nome. Área territorial de 126 km².

Forma, junto com os municípios de Natal, Parnamirim, Macaíba, São Gonçalo do Amarante, Nísia Floresta, Monte Alegre, São José do Mipibu e Ceará-Mirim, a Região Metropolitana de Natal, criada através da Lei Complementar n° 152, de 16 de janeiro de 1997.

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